
Assisto à coroação da chuva
pela noite sem madrugada.
Perpetuo o silêncio no interior
da tua ausência,
amarrado à voz deste amar,
deste bater de asas,
aconchegado,
e tantas vezes sonhado,
pelas mãos que anseio ver chegar.
Nunca te arrependas do que fizeste, lamenta apenas o que nunca chegaste a fazer...

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