30 outubro 2008
25 junho 2008
03 junho 2008
Do que resta
que lentamente se despedaça em ti,
apenas uma brecha ao amanhecer
junto à porta aberta por nós.
.
Sei que fui apenas dor
estranhamente tragada em ti,
perdidos no sucumbir do entardecer
junto ao rio que quisemos só para nós.
.Vejo-me assim, de mim ausente,
despido das mãos e da voz,
neste corpo que se afasta cada vez mais do teu,
neste rosto onde me deixo envelhecer.
.
Então, nada mais me resta,
senão amordaçar este fulgor,
senão amordaçar este fulgor,
para te dizer
que afinal sempre estivemos sós.
que afinal sempre estivemos sós.
01 junho 2008
Dia Mundial da Criança
29 maio 2008
Sobrevivência
28 maio 2008
27 maio 2008
renascer...
03 novembro 2006
...de repente...
07 outubro 2006
há ainda uma palavra perdida

Há ainda uma palavra perdida no cansaço de mais um dia,
no peso das tuas mãos,
no limite de uma praia vazia.
.
Do que escrevo e do que sou... nem eu sei para onde vou,
apenas um vagabundo de cada hora perdida,
na agonia prolongada de uma vontade desconhecida.
.
Do sangue quente onde bebo os erros do tempo,
acabo prisioneiro de um mar onde afinal nada se sabia.
E acorrentado à própria vida onde a raiva se sacia,
solto apenas um beijo na chama de um inevitável lamento.
22 setembro 2006
as pedras do caminho
Ainda trago o vazio das horas que ficaram por contar, o vazio das palavras que deixei sózinhas, ao abandono do silêncio.No espaço branco do que ficou por dizer, apenas resta a dúvida, de tudo o que não se veio a saber.
Trago afinal o vento e o mar juntos, perdidos na penumbra do que ficou por chegar, suspensos nas mãos que acabaram por se desprender.
Derrotada a vontade, fica o desalento das noites sem fim, e na espera fútil de todas as manhãs, apenas a loucura que lentamente se desperta em mim.
Como é fria agora a noite junto ao mar…
…e como a recordo ainda quente.
E assim, disfarço todas as dores nos trilhos que não conheço, nas pedras que atiro para bem longe… para não lhes sentir o peso pelo caminho…
Subscrever:
Mensagens (Atom)





